Alimentação Saudável em Festas!

4 de junho de 2014

Olás!

Achei essa matéria no TERRA e pensei que tem muito a acrescentar aqui no eventureza!

festa saudavel

Mantenham as festas verdes!

Boa!

niver de 4 anos do Pedro!

26 de maio de 2013

Saudações!!

Depois de quase um ano… segue breve relato de como foi a última festa!

Era pra gente ter ido viajar mas não aconteceu! Dae acabou sendo bem de boa! Sem muitos convidados… sem nada de diferente…

Fizemos na Praia Grande, na casa da Matriarca Maristela. Irmãos, padrinhos e primos. O tempo estava mais ou menos mas conseguimos aproveitar o dia!

Ele ganhou várias coisas dos vingadores!

Nem fotos achei… preciso dar uma procurada melhor!

Dae posto alguma!

É isso!

dicas para festas mais verdes…

2 de março de 2013

Olá!

Algumas dicas bacanas:

buffet de cascas!

Tchelly nasceu em Serraria (PB) e há 11 anos mora no Rio. Sem formação acadêmica em culinária ou experiência anterior como empreendedora, aprendeu a cozinhar trabalhando como doméstica para sustentar as duas filhas.

O bufê Favela Orgânica cobra a partir de R$ 35 por pessoa -o preço varia de acordo com o número de pratos. Com a imagem sustentável, ganhou clientes como universidades e companhias que preparam reuniões de negócios.

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reportagem da folha!

decoração de mesa de tecido!

“A estética do plástico parece representar algo mais antigo, sem muita alma, e vai perdendo apelo entre algumas pessoas porque representa valores não muito desejáveis para uma vida equilibrada, como o consumismo exacerbado e a exploração de fontes de produção esgotáveis”, conta Greice.

Com dois anos de atuação, 90 clientes já foram atendidos. As próprias irmãs confeccionam os produtos, com a ajuda da mãe. “A vantagem é que nós mesmas colocamos no papel a ideia que sai das nossas cabeças. Só pedimos ajuda de costureiras quando o projeto é muito grande ou quando não conseguimos desenvolver algum enfeite.”

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reportagem boasnovas!

lembrancinha trevo de quatro folhas!

Diz a lenda, que a raridade de um trevo-de-quatro-folhas o transformou em um poderoso amuleto. Os antigos magos druidas, que habitavam a Inglaterra por volta do ano 300 a.C., acreditavam que quem possuísse um desses trevos poderia absorver os poderes da floresta e a sorte dos deuses – com isso, também adquiria o dom da Prosperidade. Ainda segundo a lenda, para que se tenha sorte com o trevo-de-quatro-folhas, é preciso ganhá-lo de presente e depois presentear três pessoas.

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esse eu já usei -e recomendo- no aniversário de 1 ano do pedro!

niver de 3 anos do Pedro!

6 de agosto de 2012

Olá!
Já se passou mais de um ano da Festa de Aniversário de 3 anos do Pedro, mas só agora consegui ‘me reunir’ para escrever algo!!
Pati e eu decidimos em tentar fazer a seguinte sequência de comemoração, um ano de festa e um ano de viagem, festa, viagem, etc etc… A primeira festa foi tudo OK e já escrevi sobre ela… a primeira viagem foi tudo beleza, mas acabei nem escrevendo sobre ela. Na terceira festa pensamos em reunir mais pessoas do que reunimos na primeira. E felizmente conseguimos! Chamamos amigos de trabalho, familiares e amiguinhos da escolinha do Pedro!

Contratamos uma festa para 100 pessoas em Buffet muito legal chamado Casa na Árvore que conhecemos em um outro aniversário! Eles foram totalmente abertos quanto às nossas solicitações (sem bixiga, decoração simples, sem música pseudoinfantil, o cardápio já tinha opções vegetarianas e saudáveis, sem fotógrafos e optamos nós mesmo por fazer o video/retrospectiva com fotos do Pedro!).

Todos curtiram, especialmente o aniversariante! Ele foi em todos os brinquedos (com exceção da ponte de corda) e só parou para cantar parabéns! Algumas fotos podem ser vistas aqui.

O espaço lá é bem legal, amplo e super arejado, com boa iluminação, boa comida e com cara de casa na árvore mesmo! Bem perto de um eventureza!!
É isso!

Valeo e até mais!

sugestões de presente para o niver de 3 anos do Pedro!!!

3 de junho de 2011

dragões! (brinquedo, jogo, livro, etc.)

dinossauros! (brinquedo, jogo, livro, etc.)

carros! (do pequeno ao grande, do feito de material reciclado ao feito de plástico, etc.)

tratores! (escavadeiras, betoneiras, caminhões, kit de ferramentas, etc.)

dominós! (tem vários educativos e de madeira reflorestada, nada de coisa da disney!)

jogo da memória (também tem vários educativos e bacanas, nada de disney!)

eventureza ciclístico

20 de março de 2011

Olá!

Ontem, 19/03/2011 dia do perigeu lunar também foi o dia em que 7 amigos saíram de São Paulo rumo à Praia Grande de bicicleta.

A ideia foi do Luis, o mesmo do pedido de casamento à beira-mar, e teve o meu apoio e de vários outros para fazer acontecer o eventureza ciclístico!!

Dos 7, um acabou ficando pelo caminho… mas nada que uma próxima vez não resolva!

Saímos por volta das 7h30 da Av Ricardo Jafet e chegamos 16h no bairro do Forte… depois de tombos, de pneu furado e troca de pneu, de bifurcações erradas e de várias paradas para comer e nos reunir… foram 82Km de muita adrenalina e contato com a natureza!

Pela Rod Auxiliar… usamos o acesso da Rod Imigrantes que é um pouco depois (ou antes para quem vem do litoral) do Rancho da Pamonha. Boa parte do percurso está sinalizado no chão por uma bicicleta+seta pixada no asfalto, mas ainda assim para os marinheiros de primeira descida pode ser custoso se guiar por aí!

Com direito a pedalar no fim da Rod Imigrantes em alta velocidade de descida-livre!! Mas só tivemos que ir por alí porque não nos foi concedida passagem (em virtude de ‘falta de autorização’) pelo Parque Estadual da Serra do Mar (Núcleo Itutinga Pilões)!

A preparação foi básica, cada um levou uma mochila com água (ou isotônico), comida (barras de cereais ou algum lanche com pão de forma), frutas, 1 troca de roupa, documentos e celulares! Alguns tinham ferramentas para manutenção de bicicleta e levaram um pneu para alguma necessidade!!

Para esse tipo de passeio é essencial levar tudo que vai na mochila bem embalado em sacolas plásticas para evitar que as coisas se molhem devido à chuva. Ao longo de nossa viagem além de neblina, da água levantada pelos camihões teve também muita garoa e alguns casos chuva um pouco mais forte.

Chegando ao litoral, fomos para a praia celebrar a conquista tomando uma gelada… a volta foi feita de Ônibus (as empresas de viação são obrigadas por lei a transportarem as bicicletas dos passageiros) e as 6 bikes foram devidamente presas (com as correntes anti-furto) no bagageiro do ônibus.

Em Sampa cada um pegou o metrô com destino à sua morada, eu chegei (sem nenhum freio) eram 22h30.

Edit 1:Fotos by Rafael!!

Edit 2:Infelizmente vimos muito lixo ao longo da rodovia, o próximo passeio terá coleta!!

É isso dae!

eventureza de batismo

28 de setembro de 2010

A palavra batismo tem a sua origem como imersão, banhar, lavar e vem do grego.

O conceito católico de batismo é referente a purificação da criança, pois ela já deve -todos nós por sinal- ser limpada do pecado de adão e eva… acredite quem quiser!

Já faz um tempo, que eu não compro mais essas idéias institucionalizadas…

Já faz um tempo, eu entendo que a natureza é a manifestação divina que deve-se sempre e em todos os momentos, ser contemplada e experimentada e compartilhada…

Sendo assim, e já conhecendo outros causos, Patrícia e eu concordamos que o Pedro seria batizado em uma cachoeira!

E antes da escolha da cachoeira veio a escolha dos padrinhos… amigo querido e irmão do bom combate, o Perito Moralez do grande coração, foi um! E a Lu+ciene, companheira do irmão e nossa… ser humano determinado e conquistador como poucos são, foi a outra!!! Essa seria a dupla que iria banhar o Pedro não só naquele dia, mas em todos os próximos que Patrícia e eu não poderíamos… escolhemos pessoas que acreditamos que criariam nosso filho com os mesmos valores fundamentais que entendemos serem os mais importantes!


Quem nunca se banhou nas águas geladas e revigorantes de uma cachoeira??

Quem fica imune à essa conexão direta com os elementos fundamentais desse plano?? água, ar, fogo e a terra!

A água estava presente na corrente da ‘cachoeira do amor’ em São Bento do Sapucaí… na base da Pedra do Baú!

O ar estava ao nosso redor… umedecido e arborizado!

O fogo que emanava do Sol estava parcialmente encoberto… mas estava lá!

E a terra… as sólidas rochas seculares/milenares/eternas que enfeitam a região e atraem as pessoas desde antes da ‘colonização’!!!

Tenho família que mora em SBdoS, comuniquei minha verdadeira vontade de visitar a casa para depois seguir para a cachoeira e fazer acontecer o ritual, vontade que foi muito bem recebida e comemorada… dae só faltou o dia!

Conseguimos alinhar todos os convidados e envolvidos para o dia 12/12/2009… chamamos só o primeiro círculo de interação… pais e mães e irmãos! não era um evento social… era uma comunhão espiritual! a primeira de muitas outras que o Pedro vai realizar com a natureza!!

Saímos cedo de São Paulo, chegamos na casa dos tios e completas as cerimônias de apresentação e reencontro, seguimos para a cachoeira dos amores…

Quem levou a roupa pra água se trocou no carro… quem não levou acabou usando sunga emprestada!! =)

O Pedro ganhou, seguindo uma tradição, roupa nova dos padrinhos… dae ficamos os três branquinhos…


O lance todo foi rápido… o Pedro queria mais era cair na água! Os padrinhos disseram algumas palavras ensaiadas, simples mas significativas… como o momento!

Dae caímos na água e aproveitamos do local… tudo deu certo! tudo foi como gostaríamos que tivesse sido!

Na sequência almoçamos em um simpático restaurante onde uma lebre foi nos visitar!

E fomos para casa… todos vivenciamos uma nova experiência por causa do Pedro! Lindas imagens que ficarão na nossa cabeça e profundas sensações que poderão ser reemitidas por nossos corações, sempre que quisermos!!

Escrevi esse ouvindo ‘do lado de cá’ do chimarruts!!

Boa!

eventureza de aniversário!

20 de maio de 2010

Parte 3: O piknik

Em São Paulo 9 de Julho é feriado e esse foi o dia, que é o dia de aniversário, escolhido para ser a festa também. Uma das maiores preocupações era com a chuva, se caso chovesse a festa seria prejudicada, como plano B reservamos o salão de festas do prédio de amigos, o prédio fica próximo ao parque e isso talvez facilitasse toda a logística envolvida.

Mas o Pedro lá de cima ajudou o Pedro aqui de baixo… e o dia foi ensolarado do começo ao fim… talvez esse tenha sido um dos motivos que causou recorde de público no zoologico e no zoo sáfari e consequentemente prejudicando todo o trânsito da região, inclusive do pessoal que chegou, depois das 11h, para a festa do Pedro.

Eu não levei mas acabaram comprando cerveja, inclusive zeraram o estoque do restaurante que tem lá dentro do JB, o calor ajudou nesse consumo.

O que eu pude observar foi que diferentemente das festas em buffet (não que todas sejam desagregadoras) aconteceu uma maior integração dos convidados, a disposição ajudou e essa forma de se reunir é como os antigos se reuniam em seus rituais, havia uma mesa central e todos ficaram ao redor dela. As crianças contribuiram muito para a integração, sem quadrados individuais com as diversões eletrônicas/mecânicas elas brincavam entre elas e pelo parque todo e vez ou outra puxavam algumas ‘gentes grandes’ para brincar junto.

Quem quis pode ficar descalço, deitar no chão, passear e ver coisas diferentes e aproveitar uma festa de uma forma fora do que é comum de se aproveitar hoje em dia.

Eu só tenho a agradecer pela oportunidade de ter experimentado aqueles momentos, todos que lá estiveram e prestigiaram a celebração fizeram parte de lembranças que para sempre estarão comigo. Fizemos pelo o Pedro o que gostaríamos que tivesse sido feito pra gente. E mesmo que um dia ele por algum motivo decida que não foi legal eu ainda assim terei boas lembranças.

Imagens podem transmitir melhor o que eu estou tentando expressar aqui, fotos que bons amigos tiraram desse eventureza podem ser conferidas aqui:

http://picasaweb.google.com/danilomambretti/Aniversario1AnoPedro#

E como referência para eventurezas futuros, gastamos menos de $1000 incluindo o estacionamento!

Fim!

Pedido de casamento formato eventureza

23 de abril de 2010

Olás!

Esse texto é contribuição de um amigo que criou um eventureza bastante interessante…

Com a palavra… Luis Amorsão…

Quando me deparei com o blog eventureza me identifiquei… claro! de tudo que gosto de fazer na vida tenho certeza que todas incluem o verde! E devido a isso tenho alguns casos ai…

Bom, quando decidi chamar minha namorada para ser minha esposa bolei algo que fosse nossa cara e claro, cai num eventureza. Encarei legal o clichê basicão “quer casar comigo??” mas o resto da trama é o que nos interessa neste instante.

Primeiramente escolhi o palco. Não bastava ser em qualquer lugar, tinha que ser “no lugar” e escolhi Trindade. Este palco é muito a cara do eventureza mesmo que a cada dia que passa a civilização invade nossa área de inspiração. Mas vamos nos atentar ao ponto.

Uma vez escolhido o local tratei de convidar pessoas que combinavam com nossa história e com o motivo deste artigo. Convidei amigos próximos, alguns distantes, uns estratégicos, outros imprecendíveis e por fim formei os “padrinhos”.

A organização pouco se fez necessária: eu reservei o camping, os convidados precisaram de barraca e se ajeitar com a condução. Contudo foi necessário marcar data e hora de saída que encaixasse na agenda de todos… na época foi fácil!!

Uma vez chegado no local, ai a história ficou difícil!! Não parava de chover! O verde estava logo ali e a chuva não dava trégua. Quando dava, corríamos até um bar ou piscinas naturais, mas logo iniciava a chuva novamente e o meu objetivo ficava cada vez mais distante…

Uma das manhãs o sol nos deu o brilho necessário, coloquei as alianças no bolso e convenci a todos que precisávamos ir à “pedra do índio”, este era “o palco” e parecia que tudo estava indo bem! No início do caminho nos deparamos com um pequeno bar no sopé do morro e aproveitamos para dar aquele trago… e esse foi o maior erro (pelo menos para o meu objetivo), o dono recomendou fortemente que não encarássemos a subida, pois a trilha estava fechada de verde e molhada… voltamos.

Com os novos fatos e final de semana acabando tive que tomar uma decisão, necessito de outro “palco”. Decidi pelo “caixa d’asso”, não tem a glória que queria mas não ia perder a oportunidade… convenci a galera de irmos ao “palco” e deu tudo certo… assim que chegamos todos perceberam a beleza do local, a calma do ambiente e a energia que aquilo nos oferece!

A decisão do ponto central do palco foi decidida no momento… do outro lado em cima de uma grande pedra… todos atravessaram a piscina natural (alguns com dificuldades e outros nem tanto) e chegamos no ponto… uma vez lá, observando todo o verde e todo o azul à volta, eu respirei e chamei a atenção de todos:

“Galera eu convidei vocês para participarem desta viagem e os chamei aqui por um motivo mais especial… ajoelhei, olhei para a futura esposa e disse: “quer casar comigo?”. A resposta não veio por sons, mas por sorriso! Foi um daqueles momentos em que tudo pára, todos, que não sabiam que isto ia ocorrer, ficaram sem palavras e pasmados… segundos depois, malucos! Parabéns, gritaria e loucuras rolaram nos instantes seguintes.”

E foi assim que um eventureza trouxe essa pessoa maravilhosa pro meu lado!

eventureza de aniversário!

7 de abril de 2010

Parte 2: Criando e organizando o evento

Com o tema/lugar decidido, tínhamos só começado o trabalho… comprar o kit 1, 2 ou 3 dos buffet tem a vantagem da comodidade geral… não era nosso caso, decidir pela comida, decidir como levar a comida, como servir a comida, bebidas, horário, qual lugar do parque, pensar na possibilidade de chuva (com fé de que não aconteceria), se ia ter música e qual a lembrancinha que iríamos dar eram os principais tópicos na minha e na cabeça da Pati por uns 2 meses… mas nada que chegou a tirar nosso sono, afinal era um evento simples… um piknik praticamente e por isso não tinham muitos detalhes.

O convite
O padrinho, Perito, que fez… e só fizemos convite via e1/2, não teve convite de papel… o convite de papel tem sua utilidade, que é a de conter um mapa/endereço para o convidado se achar e só… hoje em dia com toda a info facilmente disponível nem para isso o convite é útil mais.


O lugar
Liguei no parque e me certifiquei se era possível realizar pikniks e se a data que escolhemos teria algum impedimento, também perguntei se podia levar bola e barraca/guarda-sol (pensando como proteção contra a chuva) mas a organização do parque não permite a entrada desses objetos, o que eu acho correto! Também questionei se existia a possibilidade de reservar alguma área do parque mas isso não existe! Optei por não comunicar oficialmente o evento uma vez que pikniks são permitidos pensei que não precisaria dizer que eu ia fazer um piknik ‘de aniversário’, mas fiquei preocupado em como entrar sem problemas com a grande quantidade de comida e também com os convidados levando presentes e tudo o mais… na verdade uma preocupação injustificada!

O horário
Como escolhemos fazer o piknik na única área do parque que tem uma mesa, o nosso horário de chegada já estava determinado, logo quando o parque abrisse porque assim garantiríamos o espaço. Mas apenas algumas pessoas teriam que chegar tão cedo, tanto os convidados quanto o prestigiado no evento podiam chegar algumas horas depois.

A comida/bebida
Decidimos por pão de metro como ‘prato principal’, que é um lanche mais fresco e saudável e compramos alguns salgadinhos ‘finger food’ que selecionamos evitando fritura. A Emi, uma amiga, deu a dica e encontramos um lugar bacana, próximo de casa que tinha tudo isso no cardápio e o preço no jeito! Para beber iria ter muito suco, água de garrafa dágua e alguns refrigerantes. Também iria ter o bolo (eu queria o mil folhas mas me convenceram que seria complicado) e os típicos brigadeiro e beijinho que a Zelinda, mãe da Patrícia, agilizou.

O som
Pedi ao Gustavo, um dos meus irmãos, que levasse o seu iPod + caixinha acústica para ambientar a área, pedi que ele selecionasse músicas de rock! Mas acabou não agregando o som não alcançava um volume bacana para ficar de ambiente e ao mesmo tempo não atrapalhar… acho que seria muito mais bacana se tivesse alguém com uma viola!

A logística
Ao todo foram preciso 3 carros. Um carro com bebidas e utensílios (toalhas, guardanapos, copos descartáveis, sacos de lixo, talheres, etc.), um carro com os salgadinhos/doces que precisaram ser finalizados logo cedo no dia e um carro que foi buscar o bolo e os pães na padaria.
O mais complicado foram as bebidas e o bolo, todos os pães/salgadinhos/doces estavam em caixas fáceis de transportar. As bebidas foram acomodadas em 2 geladeiras de plástico, compramos gelo em um posto de gasolina, logo cedo na ida para o JB. O gelo não foi suficiente para o tempo que durou o piknik e também pelo calor que fez. Mais 3 e eu levamos as geladeiras desde o carro até o local (ajudaria ter levado algum daqueles carrinhos de transporte), os salgados foram improvisados no próprio carrinho do Pedro e o bolo, a Maristela minha mãe, levou no braço.
Depois de ter transportado as coisas eu retornei para o estacionamento, lá fiquei esperando pelos convidados. Além de uma primeira recepção/orientação do evento eu já aproveitava para receber os presentes (e etiquetar) e dar a lembrancinha. Fiquei com um rádio talkabout e assim que alguém saia em direção ao piknik eu avisava o pessoal que estava lá para já ficar esperto da chegada. Por volta das 11h deixei o estaciona, levei comigo o restante das lembrancinhas e um sacolão que tinham acabado de dar junto com algum brinquedo para, justamente, colocar os novos brinquedos que só lá chegariam.

A decoração
Mãe natureza providenciou. É linda e não custa nada.

A lembrancinha
Tive a sorte de encontrar, em uma ida à uma loja de jardinagem um ‘kit de trevo de quatro folhas’. Uma caixinha com cara de papel reciclado e dentro vem um vaso, com substrato e um bulbo de trevo de quatro folhas! Entrei no site da www.hortaejardim.com.br e vi várias idéias diferentes e criativas e bem naturais para lembranças e presentes. O kit do trevo foi o que mais me agradou e eu fechei a compra! A lembrancinha foi decidida e tinha tudo a ver com a festa e muito mais… quantos de nós (tenho como universo principal de comparação os meus chegado da minha geração) tivemos o privilégio de plantar e ver crescer uma planta? Além da experiência do feijão, no extinto pré-primário, poucas pessoas se interessaram e se motivaram para realizar isso.

Um tempo atrás eu pedi que as pessoas me enviassem fotos dos seus respectivos pés de trevos de quatro folhas… só uma me enviou… eu queria fazer um mural virtual mas não rolou! Acho que muitos nem se comoveram a plantar o trevo.

Foto -desatualizada- do meu trevo…


Fim da parte 2: Criando e organizando o evento