Parte 2: Criando e organizando o evento
Com o tema/lugar decidido, tínhamos só começado o trabalho… comprar o kit 1, 2 ou 3 dos buffet tem a vantagem da comodidade geral… não era nosso caso, decidir pela comida, decidir como levar a comida, como servir a comida, bebidas, horário, qual lugar do parque, pensar na possibilidade de chuva (com fé de que não aconteceria), se ia ter música e qual a lembrancinha que iríamos dar eram os principais tópicos na minha e na cabeça da Pati por uns 2 meses… mas nada que chegou a tirar nosso sono, afinal era um evento simples… um piknik praticamente e por isso não tinham muitos detalhes.
O convite
O padrinho, Perito, que fez… e só fizemos convite via e1/2, não teve convite de papel… o convite de papel tem sua utilidade, que é a de conter um mapa/endereço para o convidado se achar e só… hoje em dia com toda a info facilmente disponível nem para isso o convite é útil mais.

O lugar
Liguei no parque e me certifiquei se era possível realizar pikniks e se a data que escolhemos teria algum impedimento, também perguntei se podia levar bola e barraca/guarda-sol (pensando como proteção contra a chuva) mas a organização do parque não permite a entrada desses objetos, o que eu acho correto! Também questionei se existia a possibilidade de reservar alguma área do parque mas isso não existe! Optei por não comunicar oficialmente o evento uma vez que pikniks são permitidos pensei que não precisaria dizer que eu ia fazer um piknik ‘de aniversário’, mas fiquei preocupado em como entrar sem problemas com a grande quantidade de comida e também com os convidados levando presentes e tudo o mais… na verdade uma preocupação injustificada!
O horário
Como escolhemos fazer o piknik na única área do parque que tem uma mesa, o nosso horário de chegada já estava determinado, logo quando o parque abrisse porque assim garantiríamos o espaço. Mas apenas algumas pessoas teriam que chegar tão cedo, tanto os convidados quanto o prestigiado no evento podiam chegar algumas horas depois.
A comida/bebida
Decidimos por pão de metro como ‘prato principal’, que é um lanche mais fresco e saudável e compramos alguns salgadinhos ‘finger food’ que selecionamos evitando fritura. A Emi, uma amiga, deu a dica e encontramos um lugar bacana, próximo de casa que tinha tudo isso no cardápio e o preço no jeito! Para beber iria ter muito suco, água de garrafa dágua e alguns refrigerantes. Também iria ter o bolo (eu queria o mil folhas mas me convenceram que seria complicado) e os típicos brigadeiro e beijinho que a Zelinda, mãe da Patrícia, agilizou.
O som
Pedi ao Gustavo, um dos meus irmãos, que levasse o seu iPod + caixinha acústica para ambientar a área, pedi que ele selecionasse músicas de rock! Mas acabou não agregando o som não alcançava um volume bacana para ficar de ambiente e ao mesmo tempo não atrapalhar… acho que seria muito mais bacana se tivesse alguém com uma viola!
A logística
Ao todo foram preciso 3 carros. Um carro com bebidas e utensílios (toalhas, guardanapos, copos descartáveis, sacos de lixo, talheres, etc.), um carro com os salgadinhos/doces que precisaram ser finalizados logo cedo no dia e um carro que foi buscar o bolo e os pães na padaria.
O mais complicado foram as bebidas e o bolo, todos os pães/salgadinhos/doces estavam em caixas fáceis de transportar. As bebidas foram acomodadas em 2 geladeiras de plástico, compramos gelo em um posto de gasolina, logo cedo na ida para o JB. O gelo não foi suficiente para o tempo que durou o piknik e também pelo calor que fez. Mais 3 e eu levamos as geladeiras desde o carro até o local (ajudaria ter levado algum daqueles carrinhos de transporte), os salgados foram improvisados no próprio carrinho do Pedro e o bolo, a Maristela minha mãe, levou no braço.
Depois de ter transportado as coisas eu retornei para o estacionamento, lá fiquei esperando pelos convidados. Além de uma primeira recepção/orientação do evento eu já aproveitava para receber os presentes (e etiquetar) e dar a lembrancinha. Fiquei com um rádio talkabout e assim que alguém saia em direção ao piknik eu avisava o pessoal que estava lá para já ficar esperto da chegada. Por volta das 11h deixei o estaciona, levei comigo o restante das lembrancinhas e um sacolão que tinham acabado de dar junto com algum brinquedo para, justamente, colocar os novos brinquedos que só lá chegariam.
A decoração
Mãe natureza providenciou. É linda e não custa nada.
A lembrancinha
Tive a sorte de encontrar, em uma ida à uma loja de jardinagem um ‘kit de trevo de quatro folhas’. Uma caixinha com cara de papel reciclado e dentro vem um vaso, com substrato e um bulbo de trevo de quatro folhas! Entrei no site da www.hortaejardim.com.br e vi várias idéias diferentes e criativas e bem naturais para lembranças e presentes. O kit do trevo foi o que mais me agradou e eu fechei a compra! A lembrancinha foi decidida e tinha tudo a ver com a festa e muito mais… quantos de nós (tenho como universo principal de comparação os meus chegado da minha geração) tivemos o privilégio de plantar e ver crescer uma planta? Além da experiência do feijão, no extinto pré-primário, poucas pessoas se interessaram e se motivaram para realizar isso.
Um tempo atrás eu pedi que as pessoas me enviassem fotos dos seus respectivos pés de trevos de quatro folhas… só uma me enviou… eu queria fazer um mural virtual mas não rolou! Acho que muitos nem se comoveram a plantar o trevo.
Foto -desatualizada- do meu trevo…

Fim da parte 2: Criando e organizando o evento